VOCÊ SABE A DIFERENÇA ENTRE DIET E LIGHT?
  Os alimentos diet definidos pela Portaria 29/98 são aqueles que foram destituídos totalmente de pelo menos um de seus ingredientes constantes da composição original. Assim,  o “diet” poderá ser o alimento sem  adição de açúcar, mas poderá também ser,  sem gordura, ou sem sal, ou sem proteína.
  Os alimentos light da Portaria 27/98 são aqueles que têm uma redução de pelo menos 25% em algum de seus  ingredientes. Ou seja, light não é um alimento isento de um de seus componentes, como alguns consumidores acham.  Com base nesta classificação cria-se a possibilidade de se ter um alimento light em relação ao seu valor calórico, desde que possua 25% menos calorias, no mínimo.
  Importante é deixar claro que um alimento pode ser light em um ou mais de seus atributos cumulativamente.
  Definidos qual é o alimento diet e qual é o alimento light, surge uma pergunta interessante.
  Por que alimento rotulado como light muitas vezes não contém açúcar (sem adição de açúcar)
  Está correto?  
  A resposta é sim, porque neste caso pode se considerar que a redução foi muito superior a 25%; na verdade, totalizando 100% do componente. É claro também que este mesmo alimento poderá ser chamado alternativamente de “diet”.
  Os produtos diet muitas vezes são erroneamente associados a baixas calorias. Um alimento diet pode ser mais calórico que o convencional e até mesmo do que um light, dependendo, por exemplo, da quantidade de gorduras.
  Produtos diet: estão erroneamente associados à baixas calorias.
A classificação diet significa apenas que o produto é isento de um ou mais ingredientes da fórmula original ou que foram 100% trocados por outra substância. Estes produtos foram criados para atender pessoas que tenham restrição a algum tipo de substância, como os diabéticos que não podem comer açúcares, os hipertensos em relação ao sódio, etc.
  Ao consumir estes tipos de produtos, procure no rótulo para saber qual ingrediente que está alterado em relação à fórmula original e se, o consumo atenderá os objetivos. Por exemplo, há queijos que perderam gordura, mas ganharam sal. Assim não devem ser consumidos excessivamente por pessoas com hipertensão arterial.